A construção da marca
Bom, como todo bom marketeiro sabe (ou deveria saber), a marca é a alma do negócio! É ela que faz a diferença entre o seu produto e o do seu concorrente. É com ela que o consumidor sonha e suspira (você acha que é exagero? Você nunca sonhou com uma Harley-Davidson? Nem com uma Ferrari?). Primeiramente, vamos ver como é construída essa entidade tão misteriosa. A marca tem que ter:
Personalidade
Antes de começar a pensar em nome, representação gráfica e outros detalhes, vamos começar pelo mais importante: o que queremos representar? A marca nada mais é do que um conceito (que precisa ter um nome, claro, e também uma “forma física”). O objetivo é que, ao ouvir o nome ou visualizar o seu símbolo, o consumidor tenha as sensações que queremos que ele tenha. O que vai definir isso é a personalidade que concebemos para a marca. Nessa hora é que devemos pensar no posicionamento da marca, ou, como queremos que ela seja percebida pelo consumidor. Quando pensamos em Mercedez Benz ou visualizamos a estrela, símbolo da marca, no que pensamos? Geralmente, que teremos um produto com excelente engenharia, qualidade acima da média e preço correspondente. A estrela nos faz pensar também em um símbolo de status e riqueza, mas, acima de tudo, dinheiro bem gasto. Para a marca que queremos administrar, também é preciso pensar, além das características particulares que queremos que ela represente, no seu posicionamento genérico.
